UMA HISTÓRIA COSTURADA À MÃO

Conheça a história encantadora da Crizzapi —
uma trajetória de superação que, em breve, completa 31 anos.

 

Da esq. para direita: Joyce, Sr. Genaro, Nice e Talita- sócios -fundadores

01 A QUEDA

“Toda grande marca nasce de uma necessidade.

A nossa nasceu de uma queda.”

 

Antigo prédio da empresa de exportação de cabedal

O Sr Genar, sócio-fundador e Pai das 5 filhas, do ramo fabril,

comandava com sua esposa, a Nice, uma fábrica de cabedal

com 250 funcionários, muito trabalho, e a certeza de que couro

é ofício de gerações.

 

Até que a taxa cambial despencou e com ela, o negócio.

 

02 O RECOMEÇO

Não havia crédito. Não havia rede de segurança.

Havia apenas o fundo do prédio antigo, um punhado de ferramentas

e a teimosia de quem não sabe fazer outra coisa a não ser recomeçar.

Foi ali, entre restos de couro e máquinas de costura da empresa antiga,

que a Crizzapi nasceu, não como projeto,

mas como sobrevivência transformada em ofício.

 

03  AS PRIMEIRAS LOJAS

A primeira loja foi na sala de visita

da casa da família

Em 1999, nasceu a primeira loja da marca — na sala de visitas da família.

A confiança no produto foi crescendo, e alugamos um prédio na Rua do
Shopping do Calçado, com a fábrica nos fundos e a loja na frente — onde permanecemos até hoje.

Talita, que cuidava das lojas, sentia a necessidade de vôos mais altos.

Foi então que a marca conquistou um ponto no Ribeirão Shopping, onde se manteve por 18 anos.

 

1º loja | Em Franca, na sala de visita da família

04  A NOVA GERAÇÃO

A Talita, a 4º filha do casal tinha

14 anos quando começou a montar as primeiras fichas técnicas.

 

Ela conta: “Aprendi a olhar para uma bolsa antes mesmo de aprender a vendê-la:
a espessura certa do couro, o ângulo exato de uma dobra,
a tensão perfeita de um pesponto.

 

 

05  ATUALMENTE

 O endereço mudou. O rigor, nunca.

Fechamos a 2º loja e abrimos uma loja que nunca fecha:

 

 

06  O QUE NÃO MUDA

Cada Crizzapi carrega uma alquimia simples: artesanato de verdade, sem atalhos, sem terceirização.

 Há quase 31 anos escolhemos um caminho que não segue tendência
porque tendência passa, e o que fazemos é para durar.

 

Há quase 31 anos, artesanato de verdade sem atalhos, sem terceirização.